e-escola

Referenciais inerciais Básico

Publicado em 25/02/2003 (revisto em 28/10/2008)

Vimos que para poder descrever um dado fenómeno um observador tem de introduzir um referencial, ou seja, um sistema permitindo referenciar em cada instante a posição do que está a ser observado.

A Física é uma ciência objectiva. Traduzindo esta afirmação por outras palavras, o que é visto por um observador tem de o ser por qualquer outro que esteja em condições de presenciar o mesmo fenómeno. Todavia, cada observador tem liberdade de escolher qual o referencial que mais lhe convém. A objectividade apenas implica ter de haver uma forma de relacionar as observações de todos eles.

Os referenciais não são todos equivalentes. Imaginemos que nos encontramos num elevador movendo-se para baixo num movimento rectilíneo com velocidade constante Player . Se o observador que se encontra dentro dele deixar cair um objecto ele cairá normalmente por acção da força de gravidade normal. Imaginemos agora que num dado instante há um problema com o motor e o elevador entra em queda livre. Se o observador largar agora o mesmo objecto ele não cairá. A única diferença em relação ao caso acima é que agora o elevador se move com um movimento uniformemente acelerado Player .

No primeiro caso o referencial associado ao elevador (e ao observador) designa-se por referencial inercial (ou galileano, por esta noção ter sido introduzida por Galileu Galilei). No segundo caso o referencial designa-se por não-inercial. A sua principal característica é neles aparecerem forças suplementares designadas por forças de inércia.

Paradoxo

Autor e Créditos

Autor:

Créditos:

  • Salvina Ribeiro
 

Para comentar tem de estar registado no portal.

Esqueceu-se da password?

© 2008-2009, Instituto Superior Técnico. Todos os direitos reservados.
  • Feder
  • POS_conhecimento