Publicado em 01/03/2004 (revisto em 24/11/2005)
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Na vida corrente é usual estabelecermos correspondências, muitas vezes de forma tão natural que nem tomamos consciência desse facto. Por exemplo, quando uma criança pequena se refere ao seu "urso verde" e ao "coelho amarelo", está a estabelecer uma correspondência
| Boneco | → | Cor |
| urso | → | verde |
| coelho | → | amarelo |
Este tipo de procedimento é fundamental em qualquer ciência. A Matemática pretende tornar essa ideia rigorosa (definindo "função") de modo a eliminar qualquer ambiguidade.
Consideremos a seguinte situação comum: Numa turma de quatro alunos, o professor faz a chamada
| António | Sousa |
| Joana | Silva |
| Maria | Sá |
| Pedro | Sarmento |
Temos dois conjuntos:
A = { António, Joana, Maria, Pedro },
B = { Sá, Sarmento, Silva, Sousa },
e uma correspondência de A em B, que a cada elemento de A associa o respectivo apelido, elemento de B. Por outras palavras, dado um x em A a expressão “apelido de x” identifica um (e um só) elemento de B.
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